Qual o futuro da educação no Brasil? 4 mudanças propostas pelo Governo Bolsonaro

O Governo Bolsonaro trouxe muitas mudanças em diferentes setores sociais, mas um setor que tem preocupados os brasileiros é a educação, afinal terá efeitos a longo prazo.

Afinal, qual é o futuro da educação com o novo modelo político. Para entender do que se trata e esclarecer as suas dúvidas, confira a seguir 4 propostas para a educação pelo Governo Bolsonaro:

1. Redução de bolsas do Fies

O Fies é o maior programa de financiamento estudantil e já auxiliou muitos estudantes a conquistarem o seu tão sonhado diploma. A proposta é conhecida principalmente por ter juros de mercado bem acessíveis e de acordo com o Governo de Bolsonaro, representa um gasto excessivo para os cofres públicos.

A redução chegou a  R$ 10,2 bilhões, o que representa menos vagas disponíveis para o FIES 2020tornando as bolsas ofertadas ainda mais concorridas.

2. Ampliação das escola cívico-militares

Uma proposta que tem sido muito falada nesse governo é em relação a instalação e ampliação do modelo cívico-militar nas escolas. Esse modelo permite que militares interfiram diretamente na administração e pedagogia da escola. O que ainda não se sabe é até que ponto o poder militar poderá influenciar as instituições de ensino.

As escolas cívico-militares serão voltadas para filhos e dependentes oficiais de militares, sendo desnecessário o processo seletivo para esse público.

3. Instalação do programa Novos Caminhos

Quem anda informado sobre políticas educacionais, já deve ter ouvido falar no Pronatec, o maior programa que distribui bolsas para o ensino técnico. De acordo com o Governo, o programa não correspondeu as expectativas e significou um desperdício significativo de verba para os cofres públicos.

Por isso, o presidente Jair Bolsonaro visa instalar o programa Novos Caminhos, que tem o objetivo de melhorar o Pronatec e torná-lo mais funcional para o mercado de trabalho.

4. Corte de verbas para o ensino superior

É interessante lembrar que todos os níveis da educação serão afetados por cortes de verbas, mas o setor mais prejudicado será o ensino superior. De acordo com os dados lançados pelo próprio governo, as áreas de exatas e saúde serão as mais afetadas pois tem custos altos de permanência.

Mas o que isso quer dizer a longo prazo? As instituições públicas de vários estados do país tem se mantido no ranking de melhores instituições da América Latina, o que ficará difícil de manter após os cortes de verbas. Afinal, os projetos, eventos e pesquisas nas diversas áreas da educação dependiam dessa verba.

Fonte: fies.eco.br

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